Arquivo de Novembro, 2010

Vicky and Sam

Vicky and Sam, um filme de Nuno Rocha

Vicky and Sam” venceu recentemente dois prémios no Festival Caminhos do Cinema Português: Melhor curta-metragem e Melhor argumento original.

Sinopse:
Enquanto trabalhava na loja de vídeo local, Vicky encontra Sam, que rapidamente se torna um cliente regular. Ambos se apaixonam, ignorando a verdadeira razão do seu rendez-vous.

José e Pilar

José e Pilar, um filme de Miguel Gonçalves Mendes

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“José e Pilar” – Estreou no passado dia 18 de Novembro de 2010

Sinopse:
A Viagem do Elefante, o livro em que Saramago narra as aventuras e desventuras de um paquiderme transportado desde a corte de D. João III à do austríaco Arquiduque Maximiliano, é o ponto de partida para José e Pilar, filme de Miguel Gonçalves Mendes que retrata a relação entre José Saramago e Pilar del Río.
Mostra do dia-a-dia do casal em Lanzarote e Lisboa, na sua casa e em viagens de trabalho por todo o mundo, José e Pilar é um retrato surpreendente de um autor durante o seu processo de criação e da relação de um casal empenhado em mudar o mundo — ou, pelo menos, em torná-lo melhor.
José e Pilar revela um Saramago desconhecido, desfaz ideias feitas e prova que génio e simplicidade são compatíveis. José e Pilar é um olhar sobre a vida de um dos grandes criadores do século XX e a demonstração de que, como diz Saramago, “tudo pode ser contado de outra maneira”.

Vencedores do 17º Festival Caminhos do Cinema Português

Terminou ontem, dia 23 de Novembro, a 17ª Edição do Festival Caminhos do Cinema Português. Aqui fica a lista dos vencedores de 2010. Para mais informações visitem a página oficial do festival aqui.

Júri Oficial
Grande Prémio Cidade de Coimbra – 48 de Susana de Sousa Dias
Melhor Longa Metragem – Um Funeral à Chuva de Telmo Martins
Melhor Curta Metragem – Vicky and Sam de Nuno Rocha
Melhor Animação – Viagem a Cabo Verde de José Miguel Ribeiro
Melhor Documentário – Pare, Escute, Olhe de Jorge Pelicano
Prémio Revelação – O Conto do Vento de Cláudio Jordão

Júri Caminhos
Melhor Actor: Ivo Canelas no filme “Desavergonhadamente Real”
Melhor Actor Secundário: Nuno Lopes no filme “Efeitos Secundários”
Melhor Actriz: Rita Martins no filme “Efeitos Secundários”
Melhor Actriz Secundária: Beatriz Batarda no filme “Como Desenhar um Círculo Perfeito
Melhor Realizador: Gonçalo Galvão Teles no filme “Senhor X”
Melhor Direcção Artística: Artur Pinheiro no filme “Como Desenhar um Círculo Perfeito
Melhor Argumento Original: Nuno Rocha no filme “Vicky e Sam
Melhor Argumento Adaptado: Tiago Sousa no filme “Embargo
Melhor Fotografia: Pedro Patrocínio e Frederico Miranda no filme “Memórias de Fogo”
Melhor Guarda-roupa: Susana Jacobetty no filme “Kinotel”
Melhor Caracterização: Maria Almeida (Nani) no filme “Kinotel”
Melhor Montagem: João Braz no filme “Fantasia Lusitana
Melhor Som: Pedro Lima no filme “Viagem a Cabo-Verde”
Melhor Banda Sonora: Bernardo Sassetti no filme “Como Desenhar um Círculo Perfeito

Júri Ensaios Visuais
Prémio Ensaios Visuais – Sinfonia dos Loucos de Vasco Mendes
Menção Honrosa – Ida de Retorno de Lourenço Viana

Júri da Federação Internacional de Cineclubes
Prémio D. Quijote – 48 de Susana de Sousa Dias
Menção Honrosa – Senhor X de Gonçalo Galvão Teles

Júri de Imprensa
Prémio de Imprensa – Um Funeral à Chuva de Telmo Martins

O Ás de Espadas

O Ás de Espadas, um filme de Bruno Rosa

Veja a curta-metragem na íntegra.

Sinopse:
A curta-metragem “O Ás de Espadas” aborda a temática do jogo, mais concretamente do jogo de cartas mais famoso do mundo, o POKER.

O Grande Elias

O Grande Elias, um filme de Arthur Duarte

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Sinopse:
Arthur Duarte assinou algumas das melhores “comédias portuguesas” dos anos 40, renovando o género neste filme. Adaptado de uma peça de teatro, dá a conhecer uma família portuguesa em crise (o pai é viciado no jogo e a filha dança numa boite) que sobrevive graças às quantias avultadas de dinheiro que uma tia envia mensalmente do Brasil, onde vive há muito tempo. Um dia, a tia, que acredita que a sua família em Lisboa é igualmente rica, decide visitá-la e tudo se complica.

A Canção de Lisboa

A Canção de Lisboa, um filme de José Cottinelli Telmo

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A Canção de Lisboa foi o primeiro filme sonoro inteiramente produzido em Portugal, nos laboratórios da Lisboa Filme e com o equipamento da Tobis, em 1931. Estreou no São Luíz, em 7 de Novembro de 1933.

Sinopse:
Vasco Leitão (Vasco Santana), estudante de medicina, vive da mesada das tias de Trás-os-Montes e o consideram um aluno cumpridor. Ora, Vasco prefere os retiros e os arraiais, as cantigas populares e as mulheres bonitas – em particular Alice (Beatriz Costa), uma costureira do Bairro dos Castelinhos, o que não agrada ao pai, o alfaiate Caetano (António Silva), sabendo-o crivado de dívidas… Os azares de Vasco sucedem-se: no mesmo dia em que é reprovado no exame final, recebe uma carta onde as tias lhe anunciam uma visita a Lisboa!

Os Verdes Anos

Os Verdes Anos, um filme de Paulo Rocha

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Os Verdes Anos” foi o primeiro filme das produções Cunha Telles. Este filme foi também o reconhecimento internacional de Paulo Rocha, que após ser premiado no Festival de Locarno, o seu nome apareceu nas principais revistas de  cinema europeias como uma revelação.

Sinopse:
Júlio (Rui Gomes), de dezanove anos, vem da província para Lisboa, tentar a sorte como sapateiro. No dia da chegada, um incidente leva-o a conhecer Ilda (Isabel Ruth), jovem da mesma idade, empregada doméstica em casa próxima da oficina onde Júlio trabalha.
Júlio sente-se num ambiente estranho e hostil, desenrolando-se uma série de peripécias que lhe despertam a desconfiança em relação a Ilda, que decide romper o namoro. Impulsivo, Júlio acaba por matá-la.