Categoria: Documentários

Pare, Escute, Olhe

Pare, Escute, Olhe, um filme de Jorge Pelicano

O documentário “Pare, Escute, Olhe”, foi o grande vencedor do DocLisboa 09 e do Cine’Eco 09, recebendo 3 prémios em cada um dos festivais!

Sinopse:
Dezembro de 1991: uma decisão política encerra metade da linha ferroviária do Tua, entre Bragança e Mirandela. 15 Anos depois, essa sentença amputou o rumo do desenvolvimento, acentuou as assimetrias entre o litoral e o interior de Portugal. Agora, o comboio é ameaçado por uma barragem. Pare, Escute, Olhe é uma viagem através de um Portugal esquecido, vítima de promessas políticas oportunistas.

Bobby Cassidy (Counter Puncher)

Bobby Cassidy, um filme de Bruno de Almeida

O documentário “Bobby Cassidy” está presente na competição nacional do DocLisboa 09

Sinopse:
Lisboa. As casas morrem de velhas, mas não morrem sozinhas. Nos prédios altos, por detrás das janelas, há um mundo dentro do mundo. São pessoas, idosos na maior parte, quase imóveis. Os corpos unem-se às casas e criam uma nova arquitectura. Para entrar neste universo é preciso mais do que passar a porta.

Lisboa Domiciliária

Lisboa Domiciliária, um filme de Marta Pessoa

“Lisboa Domiciliária” – Estreou no passado dia 16 de Setembro de 2010

Sinopse:
Lisboa. As casas morrem de velhas, mas não morrem sozinhas. Nos prédios altos, por detrás das janelas, há um mundo dentro do mundo. São pessoas, idosos na maior parte, quase imóveis. Os corpos unem-se às casas e criam uma nova arquitectura. Para entrar neste universo é preciso mais do que passar a porta.

Gente da Casa

Gente da Casa, um filme de Carlos Gomes e Ruy Otero

O documentário “Gente da Casa” está presente na competição nacional do DocLisboa 09

Sinopse:
Uma casa e a sua construção, ao longo de ano e meio. As máquinas, as ferramentas, os materiais, os trabalhadores. Arquitecto, construtores, operários. Os que vão chegando e os que vão partindo, até a obra terminar. O trabalho no dia a dia, e a vida de todas essas pessoas. A gente da casa.

Belarmino

Belarmino, um filme de Fernando Lopes

Sinopse:
O retrato de um antigo lutador de boxe, Belarmino Fragoso, através das suas deambulações por uma Lisboa que já não existe. A solidão, o medo e a derrota cruzam-se num filme que baralha o documentário, a ficção e a entrevista num passeio por antigas salas de cinema e clubes nocturnos. Primeira longa-metragem de Fernando Lopes, com o apuro jazzístico de Manuel Jorge Veloso e a brilhante fotografia de Augusto Cabrita, este é um dos filmes-chave do Cinema Novo português.

Os Mistérios de Lisboa or What the Tourist Should See

Os Mistérios de Lisboa or What the Tourist Should See, um filme de José Fonseca e Costa

Sinopse:
“Os Mistérios de Lisboa or What the Tourist Should See”, feito a partir de trechos escolhidos do guia “What the tourist should see” e de excertos de poemas de Álvaro de Campos, é uma homenagem a Fernando Pessoa .

Au Revoir Portugal – O salto

Au Revoir Portugal, um filme de Carlos Domingomes

http://www.youtube.com/watch?v=roDetiQe9So

Sinopse:
Au Revoir Portugal! é um retrato histórico de 5 episódios, sobre a emigração portuguesa para França nas décadas de 50/60/70. Durante este período saíram do país, clandestinamente, cerca de dois milhões de portugueses. Tratou-se do maior êxodo e da maior hemorragia humana que alguma vez a História de Portugal conheceu.

6=0 Homeostética

6=0 Homeostética, um filme de Bruno de Almeida

Sinopse:
Documentário sobre o movimento Homeostética, que surgiu em Lisboa nos anos 80 e foi constituído pelos artistas Fernando Brito, Ivo, Pedro Portugal, Pedro Proença, Manuel João Vieira e Xana. Utilizando o humor como estratégia de demarcação crítica, a Homeostética manteve sempre uma posição marginal de fortes influências Dadaistas e desenvolveu uma intensa produção que resultou em exposições, textos, manifestos, filmes, concertos e outras performances colectivas. Discretos nas suas realizações e desprezando olimpicamente a sua própria glorificação, os homeostéticos perderam em visibilidade externa o que vieram a ganhar em modo de existência. Para eles o sentido da vida encontrava-se na criação artística e a criação artística, por sua vez, permitia-lhes inventar novas possibilidades de vida.

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