Categoria: Filmes

A Carta

A Carta, um filme de Manoel de Oliveira

Sinopse:
Mademoiselle de Chartres teve um primeiro desgosto de amor: foi abandonada por um jovem que desejava manter com ela uma relação bastante livre.
Uma noite, uma amiga de sua mãe, a Mme. Silva, esposa do Director da Fundação Gulbenkian, apresenta-a a um médico de grande reputação, Jacques de Clèves. Este apaixonara-se pela jovem ao vê-la escolher um colar acompanhada pela mãe, numa famosa ourivesaria da Praça Vandôme. A jovem aceita casar com ele, sem no entanto sentir qualquer paixão.

Alice

Alice, um filme de Marco Martins

http://www.youtube.com/watch?v=HsBsT1AwDbs

Sinopse:
Passaram 193 dias desde que Alice foi vista pela última vez. Todos os dias Mário (Nuno Lopes) , o seu pai, sai de casa e repete o mesmo percurso que fez no dia em que Alice desapareceu. A obsessão de a encontrar leva-o a instalar uma série de câmaras de vídeo que registam o movimento das ruas. No meio de todos aqueles rostos, daquela multidão anónima, Mário procura uma pista, uma ajuda, um sinal… A dor brutal causada pela ausência de Alice transformou-o numa pessoa diferente mas essa procura obstinada e trágica, é talvez a única forma que ele tem para continuar a acreditar que um dia Alice vai aparecer.

Call Girl

Call Girl, um filme de António-Pedro Vasconcelos

Sinopse:

Maria (Soraia Chaves), uma “Call Girl” de luxo, é contratada por Mouros (Joaquim de Almeida), para seduzir Meireles (Nicolau Breyner), presidente da câmara de Vilanova, na tentativa que este autorize uma multinacional a construir um empreendimento turístico de alta qualidade. Entretanto, Madeira (Ivo Canelas) e Neves (José Raposo), polícias da PJ, descobrem os indícios de corrupção e começam a investigar Meireles. Tudo se torna ainda mais complexo quando Madeira descobre que Maria, a paixão da sua vida, é o isco que obrigará o político a ceder…

Ficha Técnica:

Recordações da casa amarela

Recordações da casa amarela, filme de João César Monteiro

Sinopse:
Lisboa, 1989: Um pobre-diabo de meia-idade vive no quarto de uma pensão barata e familiar, na zona velha e ribeirinha da cidade. Atormentado pela doença, e por vicissitudes de ordem vária, o idiota, que se alimenta de Schubert e, quiçá, de uma vaga cinéfila como forma de resistência à miséria, é posto no olho da rua, após tentativa fruste contra o pudor da filha da dona da pensão.
Sozinho, e privado de quaisquer recursos, vê-se confrontado com a dureza do espaço urbano, e é internado num hospício, de onde sairá por ponderada decisão de homem livre, para cumprir uma missão “rica e estranha” que lhe é indicada por um velho amigo, doente mental como ele: “Vai, e dá-lhes trabalho!”. E aqui para nós, a rir a rir, algum tem dado…

Ficha técnica:

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