O filme “Um Amor de Perdição” foi seleccionado para 2 Festivais de Cinema

Depois de competir no Festival Internacional de Locarno (Suíça), o filme de Mário Barroso “Um Amor de Perdição” volta à competição em 2 festivais de cinema.
Entre 6 e 14 de Março decorre o Festival Internacional de Cine de Las Palmas de Gran Canárias, onde o filme integra a Selecção Oficial. De seguida parte para o Buenos Aires Festival Internacional de Cine Independiente, que decorre entre 25 de Março a 5 de Abril.

Está previsto “Um Amor de Perdição” estrear nas salas de cinema nacionais a 23 de Abril.

João Ratão

João Ratão, um filme de Jorge Brum do Canto

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Sinopse:
A partir de uma opereta, a história amorosa dum soldado português, João Ratão (Óscar de Lemos), que regressa da frente de batalha na Flandres, sendo envolvido em intrigas motivadas pela inveja.
Quanto a Vitória (Maria Domingas), uma rapariga do povo que namorara através de cartas escritas por outros…
Evocação do patético cenário da guerra (1914-18), e a faina dos madeireiros, no deslumbrante Vale do Vouga.

Maria Papoila

Maria Papoila, um filme de Leitão de Barros

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Sinopse:
Maria Papoila (Mirita Casimiro), uma rapariga humilde e de bom coração, vem servir para Lisboa. Aqui conhece Eduardo (Eduardo Fernandes), um recruta por quem se apaixona e que julga ser da sua condição social. Namoram até descobrir que afinal Eduardo não só é um rapaz rico como também tem namoro com uma rapariga da sua classe, Margarida Noronha Baptista (Maria Cristina).

Tudo Isto é Fado

Tudo Isto é Fado, um filme de Luís Galvão Telles

Sinopse:
Felizmente “o crime é a única profissão democrática, todos o podem praticar”.
Amadeu e Leonardo são dois marginais que ao som do samba e do fado, entre o Rio de Janeiro e Lisboa, lutam contra o destino que os condenou a uma vida de pequenos malandros – até se lhes atravessar no caminho, de revólver em punho, uma mulher bela e fatal, que os conduzirá até Reis, um escritor de livros policiais de quem se diz que comete os crimes sobre que escreve. Recrutados os cúmplices, fixado o objectivo (o roubo de um quadro verdadeiro de uma exposição de arte falsa), só falta escolher a data.

Filmes Portugueses no Festival de Cinema Ibérico

Começa no próximo domingo o I Festival de Cinema Ibérico no Cairo (Egipto). Entre 15 e 19 de Fevereiro serão apresentados 10 filmes, 5 portugueses e 5 espanhóis, dos quais 8 são realizados por mulheres.

A abertura começa com um filme do Sérgio Tréfaut (realizador do documentário “Lisboetas“) “Flueurette”, de 2002.

No dia 16 será apresentado “Os Mutantes”, de Teresa Villaverde, realizado em 1998.

No dia seguinte é a vez de Raquel Freire mostrar a sua primeira longa-metragem “Rasganço”, realizada em 2001.

No dia 18 será exibido na tela “A Costa dos Murmúrios”, de Margarida Cardoso, realizado em 2004.

O filme escolhido para encerrar o festival foi “Terra Sonâmbula”, de Teresa Prata, realizado em 2007.

Movimentos Perpétuos – Tributo a Carlos Paredes

Movimentos Perpétuos, um filme de Edgar Pêra

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Sinopse:
Documentário em 17 movimentos, em que os testemunhos e a guitarra definem o génio, a bravura e a modéstia de Carlos Paredes, Movimentos Perpétuos – estabelece um diálogo entre uma guitarra e uma câmara de Super8, numa estética que evoca a memória dos velhos filmes de família, plena de intimidade, revelada na partilha de pequenas histórias da vida. O concerto de Carlos Paredes no Auditório Carlos Alberto, no Porto, em 1984, é o ponto de partida para o desenrolar de histórias de prisão, resistência, sucessos e amadorismo, relatos marcados pela simplicidade e pela paixão.

Balas e Bolinhos

Balas e Bolinhos, um filme de Luís Ismael

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“BALAS e BOLINHOS provavelmente o melhor filme português a seguir a todos os outros.”

Sinopse:
Depois de assegurar o estatuto de culto com a passagem pelo Fantasporto e SIC Radical, Tone (Luís Ismael) e os seus companheiros chegam numa aventura sem precedentes. Tone, a mente brilhante do crime saiu da prisão e voltou cheio de ideias. Depois de reunir os seus antigos companheiros, tudo está preparado para o golpe final. Desta vez é que vai ser… vai haver dinheiro a jorrar por todos os lados… E porque o Tone é demais… os seus companheiros seguem à risca o plano sem mais questões! O resultado… só vendo para querer!

Cinema Português em Berlim

Começou ontem o Ciclo de Novo Cinema de Portugal (Neues Kino aus Portugal) em Berlim. Todos os filmes apresentados neste Ciclo têm a particularidade de nunca terem sido comprados por distribuidoras alemãs, apesar do seu sucesso internacional.

A obra escolhida para abrir esta iniciativa foi “Juventude em Marcha”, de Pedro Costa, seguindo-se “O Estado do Mundo” de Pedro Costa e Chantal Ackermann, “Transe” de Teresa Villaverde, “Natureza Morta” de Susana Sousa Dias, “China, China” de João Pedro Rodrigues e João Rui Guerra da Mata, “Odete” de João Pedro Rodrigues, “Body Rice” de Hugo Vieira da Silva, “A Costa dos Murmúrios” de Margarida Cardoso, “Movimentos Perpétuos” de Edgar Pêra, “Noite Escura” de João Canijo e para encerrar o Ciclo “Alice” de Marco Martins.

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