“(Ce n’est pas une) Chanson d’Amour” é um filme poético realizado por Alexandre Braga. Veja aqui a curta na íntegra.
Sinopse:
Ele sente por ela, um amor poderoso, talvez incondicional.
Ela sente que o seu amor por ele é frágil, débil.
Ela não consegue suportar a sua própria incapacidade em amá-lo, de forma compatível.
Ela irá descobrir que é, também, incapaz de se libertar.
Mesmo vazia, mesmo sem amor algum. Leia mais…
Veja aqui esta curta-metragem de animação na íntegra.
Sinopse:
Retrato de uma relação fria e distante entre um casal de músicos dentro das quatro paredes da sua casa. A música é o elo comum entre eles, mas quando esta faz com que finalmente se aproximem pode já ser tarde de mais. Leia mais…
O documentário “Bobby Cassidy” está presente na competição nacional do DocLisboa 09
Sinopse:
Lisboa. As casas morrem de velhas, mas não morrem sozinhas. Nos prédios altos, por detrás das janelas, há um mundo dentro do mundo. São pessoas, idosos na maior parte, quase imóveis. Os corpos unem-se às casas e criam uma nova arquitectura. Para entrar neste universo é preciso mais do que passar a porta. Leia mais…
O documentário “Lisboa Domiciliária” está presente na competição nacional do DocLisboa 09
Sinopse:
Lisboa. As casas morrem de velhas, mas não morrem sozinhas. Nos prédios altos, por detrás das janelas, há um mundo dentro do mundo. São pessoas, idosos na maior parte, quase imóveis. Os corpos unem-se às casas e criam uma nova arquitectura. Para entrar neste universo é preciso mais do que passar a porta. Leia mais…
Gente da Casa, um filme de Carlos Gomes e Ruy Otero
O documentário “Gente da Casa” está presente na competição nacional do DocLisboa 09
Sinopse:
Uma casa e a sua construção, ao longo de ano e meio. As máquinas, as ferramentas, os materiais, os trabalhadores. Arquitecto, construtores, operários. Os que vão chegando e os que vão partindo, até a obra terminar. O trabalho no dia a dia, e a vida de todas essas pessoas. A gente da casa. Leia mais…
Arranca hoje a 7ª Edição do Festival de Cinema DocLisboa, onde serão exibidos cerca de 200 filmes. Haverá um ciclo dedicado aos Balcãs, pós-Jugoslávia, e foi feita uma selecção de filmes do ou sobre o Irão.
Como é óbvio o cinema português marca presença. Foram seleccionados 19 filmes portugueses para a competição. Aqui fica a lista:
Competição Portuguesa – Longas
48 – Susana de Sousa Dias Bobby Cassidy – Counter Puncher – Bruno de Almeida
Com que Voz – Nicholas Oulman
Dundo , Memória Colonial – Diana Andringa Gente da Casa – Carlos Gomes, Ruy Otero Lisboa Domiciliária – Marta Pessoa
Luanda , A Fábrica da Música – Inês Gonçalves, Kiluanje Liberdade
Os Esquecidos – Pedro Neves
Paredes Meias – Pedro Mesquita Pare , Escute, Olhe – Jorge Pelicano Leia mais…
Morrer Como Um Homem, um filme de João Pedro Rodrigues
“Morrer Como Um Homem” – Estreia Nacional dia 15 de Outubro de 2009
Sinopse:
Tonia (Fernando Santos), uma veterana do espectáculo de travesti lisboeta, vê desabar o mundo à sua volta. O seu estrelato é ameaçado pela concorrência das artistas mais novas. Pressionada pelo seu jovem namorado Rosário (Alexander David) a assumir a identidade feminina, submetendo-se a uma operação de mudança de sexo, Tonia luta contra as suas convicções religiosas mais profundas: se, por um lado, quer tornar-se a mulher que Rosário tanto deseja, por outro, acredita que perante Deus nunca poderá ser essa mulher. E o soldado desertor, o filho que ela tinha abandonado em criança, vem à sua procura. Tonia descobre que está doente. Com o pretexto de visitar o irmão de Rosário, foge para o campo com o namorado. Perdem-se numa floresta encantada, um mundo mágico onde encontram a enigmática Maria Bakker (Gonçalo Almeida) e a sua amiga Paula (Miguel Loureiro). E este encontro vai mudar as suas vidas… Leia mais…
Sinopse:
Alex (Helder Mendes) é um tipo que está a ter um dia mau. Uma série de tragédias que ocorrem em catadupa leva a que se sinta compelido a tomar um veneno que seria inicialmente para o seu cão. Mas logo após tomar esse veneno, recebe um conjunto de informações que o levam a encarar a vida com um sorriso, com uma excepção: já tomou o veneno. Com apenas 4 horas para recuperar o antídoto, Alex vai ao inferno e volta numa sequência de malabarismos narrativos que fazem com que tudo lhe aconteça. Leia mais…