Kilas, o Mau da Fita

Kilas, o Mau da Fita, um filme de José Fonseca e Costa

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“Kilas, o Mau da Fita”, realizado em 1980 por José Fonseca e Costa, foi um dos maiores êxitos de bilheteiras do Cinema Português, ultrapassando os 100,000 espectadores.

Sinopse:
Kilas (Mário Viegas), é amante de uma artista de variedades, Pepsi-Rita (Lia Gama), à custa de quem vive – em casa da Madrinha (Milú), uma mulher nostálgica, que resgatou o afilhado da infância desvalida. Pela sua esperteza, Kilas lidera um grupo de marginais, contrados por um enigmático Major (Lima Duarte), para vigiarem um prédio, onde vão reunir-se personalidades “suspeitas”.
Quando tal acontece, e alertado o Major, uma bomba explode na casa que se anuncia dum conhecido anti-fascista. Alarmado, Kilas procura desligar-se – mas o seu destino está já marcado, por uma rivalidade passional.

Envia os teus videos para a ZON

Nova Rubrica na plataforma do ZON Videoclube

A ZON está sempre à procura de novos conteúdos para proporcionar aos seus clientes grandes momentos de entretenimento.

No âmbito do ZON Videoclube, vamos lançar uma nova rubrica na plataforma do ZON Videoclube.
Composto essencialmente por vídeos caseiros, temáticos e divertidos, a nova categoria estará disponível para os mais de 300 mil clientes que já utilizam este serviço.

Como tal, procuramos os seus vídeos para que possa dar a conhecer os seus trabalhos de curtas-metragens, e ajudar-nos a dinamizar a nossa oferta no ZON Videoclube.
O ZON Videoclube conta com mais de 2.500 títulos disponíveis na plataforma.

Convidamo-lo a enviar alguns vídeos, com uma pequena sinopse e duração dos conteúdos de forma a podermos equacionar o enriquecimento da nossa plataforma com mais e melhores conteúdos.
Mais informamos que os conteúdos serão disponibilizados de forma gratuita aos clientes ZON.

Aguardamos o seu contacto através do e-mail zon.videoclube@zon.pt

Obrigada e Bons Filmes!

Um Funeral à Chuva

Um Funeral à Chuva, um filme de Telmo Martins

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“Um Funeral à Chuva” – Estreia Nacional dia 3 de Junho de 2010

Sinopse:
Um grupo de antigos estudantes universitários reencontra-se na cidade onde haviam estudado, devido à morte de um deles. Na obrigação de satisfazer o último desejo deste, o grupo inicia uma jornada de auto-descoberta sobre a essência da amizade verdadeira.
Contudo, há 10 anos que não se viam…

João e o Cão

João e o Cão, um filme de André Marques

Veja aqui a curta na íntegra.

João e o Cão” é uma curta-metragem escrita, realizada e produzida por André Marques. Desde a sua estreia, no Festival de Berlim, passou por mais de 20 festivais onde recebeu cinco distinções: Prémio Melhor Ficção (Curtas Sadinas), Prémio Cacho Pallero e Menção Especial para Chandra Malatitch (Festival de Huesca), Prémio do Júri (Lisbon Film & Video Arts Fest) e  Prémio de Melhor Realizador Estreante (Entre Todos).

Sinopse:
Nos subúrbios desolados de uma grande cidade, João (Chandra Malatich) é um jovem marginal que lida mal com a autoridade, que desconhece que o seu comportamento é apenas uma defesa que advém da fragilidade do seu mundo.

No Quarto da Vanda

No Quarto da Vanda, um filme de Pedro Costa

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Sinopse:
A vida só me tem dado desprezos. Morar em casas-fantasma que outras pessoas deixaram. Estive em casas que nem uma bruxa queria lá morar. Mas também estive em casas que valiam a pena. Todas as casas que ocupei eram casas clandestinas. Foram casas que as pessoas abandonaram mas se estivesse lá uma pessoa de bem… eles até não mandavam abaixo. E olha foi assim casa atrás de casa. Já paguei mais pelas coisas que não fiz que pelas coisas que fiz.

Ne Change Rien

Ne Change Rien, um filme de Pedro Costa

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Sinopse:
Os vários registos musicais de Jeanne Balibar captados através da percepção do realizador Pedro Costa. A actriz e cantora foi filmada, a preto e branco, durante três anos de reflexões, ensaios e actuações. O resultado é um documentário intimista e revelador. “Um dos mais belos filmes”, segundo as palavras da actriz, e aquele onde se reconhece “mais do que em qualquer outro”. 

Um por todos e todos por um…

A pedido do anfitrião deste blogue, depois de ter manifestado a minha dificuldade existencial, fui convidado a escrever um pequeno artigo sobre o assunto em questão. Portanto, aqui vai:

Primeiro apresento-me. Chamo-me Aurélien Vieira Lino (o “esquisito” do nome deve-se às minhas origens francesas), sou pianista licenciado em Jazz (sim, já existem licenciaturas para esta gente) e, por consequência, músico e professor. Mas, mais importante que tudo isso, gosto de cinema e acima de tudo adoro a música que o acompanha desde o início. Começando pelas improvisações feitas sobre cinema mudo, passando pela mestria de Bernard Hermann nos filmes de Hitchcock e continuando com a música de Michael Giacchino para o último Pixar, toda a música para cinema tem a sua história e riqueza própria que serviu para elevar a qualidade artística de muitos filmes que marcaram o mundo.

Falando agora do nosso “pequeno” mundo. Em Portugal, como alguns leitores deste blogue certamente sabem, também existe cinema! Infelizmente, a marca que tem deixado no resto do globo tem sido muito reduzida, à semelhança da indústria que o alimenta. Aliás, é um bocado exagerado falarmos em “indústria”. Mas, como em qualquer outra área, do pouco que se faz sobressaem algumas pérolas, das quais até se ouve falar fora da nossa “Jangada de Pedra” como é o caso da “Arena” de João Salaviza. Isto tudo para dizer que somos pequenos mas podemos ser bons! Não precisamos de milhões de euros para fazer um filme decente, não precisamos de ir sempre para fora para encontrar os melhores e trabalhar ao nível dos grandes. Precisamos sim de pessoas com talento que se possam encontrar e transformar em boa arte cinematográfica todas as boas ideias que lhes passam pela mente.

Acabando agora com o meu caso: desde sempre quis ser compositor para cinema (minto! comecei por querer compor para jogos de vídeo, entretanto passou-me, mas nunca se sabe…), decidi primeiro estudar e dominar um pouco a arte dos sons. Agora, quero finalmente trabalhar com realizadores para além de investir também na música para publicidade e deparo-me com um deserto de redes de contacto. Falei com escolas de cinema, estive em festivais, mas continua a ser quase impossível arranjar um pequeno endereço de email. Felizmente, blogues como este permitem centralizar alguma informação e dar a conhecer muitas obras “perdidas” pela sua não divulgação e pouca projecção. Pergunto aos realizadores destas mesmas obras: Porque tornam tão difícil contactar-vos? De certeza que sou apenas um entre muitos, mas tenho algo para dizer e trazer a este meio. Infelizmente gasto mais energia a tentar encontrar e a abrir uma porta do que a trabalhar nalgo que adoro,  faço com paixão e, espero eu, mestria.  Num pais tão pequeno e com tanto para crescer a entreajuda é fundamental, e as distancias entre nós não deveriam ser tão grandes, de forma a conseguirmos criar um cinema melhor, mais produtivo e sobretudo com mais público. Realizadores e outros artesãos do cinema, por favor, deixem aqui o vosso contacto!

Obrigado,
Aurélien Vieira Lino

Começo eu:

Aurélien Vieira Lino, compositor: www.deepbluesounds.com

Ruas Da Amargura

Ruas Da Amargura, um filme de Rui Simões

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“Ruas da Amargura” – Teve Estreia Nacional no dia 5 de Novembro de 2009

Sinopse:
As Ruas da Amargura são povoadas por homens e mulheres, de todas as idades, com carências afectivas, financeiras, problemas mentais, alcoolismo, toxicodependência, ou simplesmente pessoas que chegaram a Portugal à procura de uma vida um pouco melhor.
Do outro lado das Ruas há um formigueiro de voluntários, assistentes sociais e técnicos diversos que constroem e mantêm estruturas de apoio, uns pensando em dias melhores, outros institucionalizando a ajuda sem acreditar que o fenómeno possa ter cura.

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