Filmes Portugueses entre os 25 melhores do ano, para os críticos norte-americanos

O estranho caso de Angélica

Aquele querido mês de Agosto

Se depender de Richard Brody, crítico de cinema da prestigiosa revista americana The New Yorker, a cinematografia emergente do momento é a portuguesa! Na lista dos 25 melhores filmes do ano, feita pela revista New Yorker, consta 4 filmes portugueses: em O estranho caso de Angélica“, de Manoel de Oliveira, em 10ºAquele querido mês de Agosto“, de Miguel Gomes, em 11º “Ne change rien“, de Pedro Costa, e em 15º “A religiosa portuguesa”, de Eugêne Green, uma co-produção luso-francesa. Para os mais curiosos aqui fica a lista completa da New Yorker.

Ne change rien

A religiosa portuguesa

Numa outra lista dos 25 melhores filmes, feita pela revista americana Salt, estão 3 filmes portugueses: em 12º “Ne change rien“, de Pedro Costa, em 15º “Singularidades de Uma Rapariga Loura“, de Manoel de Oliveira, e em 22º “Aquele querido mês de Agosto“, de Miguel Gomes.

Singularidades de uma rapariga loura

Filme Português é considerado o melhor filme do ano, em França

Adriano Luz e Maria João Bastos

O Prémio Louis Delluc, que distingue o melhor filme francês do ano, foi ganho pela produção luso-francesa “Mistérios de Lisboa“, realizado pelo chileno Raul Ruiz. “Mistérios de Lisboa“, adaptação do romance com o mesmo nome de Camilo Castelo Branco, já tinha sido distinguido no Festival de San Sebastián, Concha de Prata para melhor realizador, e na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, Prémio da Crítica.

Esta distinção reafirma a qualidade desta produção nacional, ainda em exibição nos cinemas. Em França o filme continua a cumprir o seu percurso encontrando-se em exibição em cinco salas de cinema de Paris e, por todo o país, dezenas de cidades acolhem a obra do cineasta chileno. Em Portugal, o filme encontra-se em exibição em Lisboa , no Cinema King. “Mistérios de Lisboa” será exibido no Cine-Teatro S. Pedro, em Abrantes, no dia 22. Em Janeiro, será a vez de Faro, Portimão e Sesimbra assistirem a este premido filme do realizador chileno.

Dom Roberto

Dom Roberto, um filme de Ernesto de Sousa

YouTube Preview Image

Dom Roberto“, a única longa-metragem de José Ernesto de Sousa, estreou a 30 de Maio de 1962 no cinema Império. O filme foi seleccionado para o Festival de Cannes, em 1963, onde recebeu o prémio: Menção Especial do Júri do Melhor Filme para a Juventude.

Sinopse:
A vida miserável de João Barbelas (Raúl Solnado), um vagabundo sonhador, a quem os miúdos alcunham “Dom Roberto”, por exibir fantoches. Conhece Maria (Glicínia Quartin), rapariga com passado triste, julgando inocentemente ter arranjado habitação para ambos. O amor, a alegria de viver… Porém, a felicidade é traiçoeira: João e Maria perdem a casa que nunca for a deles, mas conservam a esperança e a ternura, embora a fome continue a persegui-los.

Vicky and Sam

Vicky and Sam, um filme de Nuno Rocha

Vicky and Sam” venceu recentemente dois prémios no Festival Caminhos do Cinema Português: Melhor curta-metragem e Melhor argumento original.

Sinopse:
Enquanto trabalhava na loja de vídeo local, Vicky encontra Sam, que rapidamente se torna um cliente regular. Ambos se apaixonam, ignorando a verdadeira razão do seu rendez-vous.

José e Pilar

José e Pilar, um filme de Miguel Gonçalves Mendes

YouTube Preview Image

“José e Pilar” – Estreou no passado dia 18 de Novembro de 2010

Sinopse:
A Viagem do Elefante, o livro em que Saramago narra as aventuras e desventuras de um paquiderme transportado desde a corte de D. João III à do austríaco Arquiduque Maximiliano, é o ponto de partida para José e Pilar, filme de Miguel Gonçalves Mendes que retrata a relação entre José Saramago e Pilar del Río.
Mostra do dia-a-dia do casal em Lanzarote e Lisboa, na sua casa e em viagens de trabalho por todo o mundo, José e Pilar é um retrato surpreendente de um autor durante o seu processo de criação e da relação de um casal empenhado em mudar o mundo — ou, pelo menos, em torná-lo melhor.
José e Pilar revela um Saramago desconhecido, desfaz ideias feitas e prova que génio e simplicidade são compatíveis. José e Pilar é um olhar sobre a vida de um dos grandes criadores do século XX e a demonstração de que, como diz Saramago, “tudo pode ser contado de outra maneira”.

Vencedores do 17º Festival Caminhos do Cinema Português

Terminou ontem, dia 23 de Novembro, a 17ª Edição do Festival Caminhos do Cinema Português. Aqui fica a lista dos vencedores de 2010. Para mais informações visitem a página oficial do festival aqui.

Júri Oficial
Grande Prémio Cidade de Coimbra – 48 de Susana de Sousa Dias
Melhor Longa Metragem – Um Funeral à Chuva de Telmo Martins
Melhor Curta Metragem – Vicky and Sam de Nuno Rocha
Melhor Animação – Viagem a Cabo Verde de José Miguel Ribeiro
Melhor Documentário – Pare, Escute, Olhe de Jorge Pelicano
Prémio Revelação – O Conto do Vento de Cláudio Jordão

Júri Caminhos
Melhor Actor: Ivo Canelas no filme “Desavergonhadamente Real”
Melhor Actor Secundário: Nuno Lopes no filme “Efeitos Secundários”
Melhor Actriz: Rita Martins no filme “Efeitos Secundários”
Melhor Actriz Secundária: Beatriz Batarda no filme “Como Desenhar um Círculo Perfeito
Melhor Realizador: Gonçalo Galvão Teles no filme “Senhor X”
Melhor Direcção Artística: Artur Pinheiro no filme “Como Desenhar um Círculo Perfeito
Melhor Argumento Original: Nuno Rocha no filme “Vicky e Sam
Melhor Argumento Adaptado: Tiago Sousa no filme “Embargo
Melhor Fotografia: Pedro Patrocínio e Frederico Miranda no filme “Memórias de Fogo”
Melhor Guarda-roupa: Susana Jacobetty no filme “Kinotel”
Melhor Caracterização: Maria Almeida (Nani) no filme “Kinotel”
Melhor Montagem: João Braz no filme “Fantasia Lusitana
Melhor Som: Pedro Lima no filme “Viagem a Cabo-Verde”
Melhor Banda Sonora: Bernardo Sassetti no filme “Como Desenhar um Círculo Perfeito

Júri Ensaios Visuais
Prémio Ensaios Visuais – Sinfonia dos Loucos de Vasco Mendes
Menção Honrosa – Ida de Retorno de Lourenço Viana

Júri da Federação Internacional de Cineclubes
Prémio D. Quijote – 48 de Susana de Sousa Dias
Menção Honrosa – Senhor X de Gonçalo Galvão Teles

Júri de Imprensa
Prémio de Imprensa – Um Funeral à Chuva de Telmo Martins

O Ás de Espadas

O Ás de Espadas, um filme de Bruno Rosa

Veja a curta-metragem na íntegra.

Sinopse:
A curta-metragem “O Ás de Espadas” aborda a temática do jogo, mais concretamente do jogo de cartas mais famoso do mundo, o POKER.

O Grande Elias

O Grande Elias, um filme de Arthur Duarte

YouTube Preview Image

Sinopse:
Arthur Duarte assinou algumas das melhores “comédias portuguesas” dos anos 40, renovando o género neste filme. Adaptado de uma peça de teatro, dá a conhecer uma família portuguesa em crise (o pai é viciado no jogo e a filha dança numa boite) que sobrevive graças às quantias avultadas de dinheiro que uma tia envia mensalmente do Brasil, onde vive há muito tempo. Um dia, a tia, que acredita que a sua família em Lisboa é igualmente rica, decide visitá-la e tudo se complica.

Página 8 de 44« Primeira...567891011...Última »